Paulista, para só um instante, Dos teus quatro séculos, A tua terra sem fronteiras, O teu São Paulo das bandeiras!
Deixa para trás o presente, Olha o passado a frente, Vem com Martim Afonso a São Vicente, Galga a Serra do Mar!
Além, lá no alto, Batira sonha sossegadamente. Na sua rede virgem do Planalto. Espreita, entre a folhagem de esmeralda, Beija-lhe a Cruz de estrelas de Grinalda!
Agora escuta! Aí vem, moendo o cascalho, Botas de nove léguas, João Ramalho;
Serra acima, dos baixos da restinga, Vem subindo a roupeta, De nóbrega e de Anchieta!
Contempla os campos, De Piratininga! Este o colégio, Adiante está o sertão.